O fisco vai cair em cima dos espectáculos ao vivo.

A Inspecção Tributária elegeu como uma das suas prioridades para 2008 a fiscalização da indústria do espectáculo. De acordo com o plano de actividades definido para este ano, estarão na mira do fisco artistas, promotores e agentes artísticos relevantes.

Já em 2007, no Plano Nacional de Actividades da Inspecção Tributária (PNAIT), o mundo dos espectáculos de música ao vivo foi objecto de uma atenção especial da Administração Fiscal. Só que, no ano passado, o objectivo do Fisco era recolher informações sobre o número de espectáculos, a sua organização e financiamento, “dada a mobilidade dos operadores deste sector no todo nacional e as dificuldades muitas vezes observadas na sua identificação”.
A fiscalização deverá recair sobre os espectáculos onde participam artistas portugueses (particularmente aqueles que são organizados por associações académicas, recreativas e por câmaras municipais) e também sobre a organização de grandes eventos musicais, como é o caso, por exemplo, do Rock in Rio-Lisboa.
Com o objectivo de apurar o montante dos cachets pagos aos artistas internacionais a Inspecção Tributária, em colaboração com a Direcção de Serviços de Relações Internacionais, pediu informações a vários países onde estes artistas actuaram, a fim de identificar, com a maior precisão possível, o total de rendimento auferido.

Fonte: Correio da Manhã

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